terça-feira, 16 de junho de 2009

Cardume


Gosto dessa foto que foi feita em Fortaleza no ponto de mergulho do avião. Um avião que caiu na segunda guerra. Cardume de peixes e de mergulhadores. Assim dá pra pensar sobre a diversidade, como somos variados! Tanto em espécie, quanto em agrupamentos...

sexta-feira, 5 de junho de 2009

Sargentinho

Um pequeno vídeo de cardume de sargentinho gravado na praia do sancho em Fernando de Noronha.

Moréia-pintada


A moréia-pintada, Gymnothorax moringa, é um peixe como as demais moréias e esta fotografada em Fortaleza, apesar de colação mais esverdeada devido à falta de prática e a configuração da máquina, tem tons amarronzados que não parece ter.
Possui um corpo alongado, robusto e ligeiramente comprimido, boca grande e maxilas poderosas com dentes bem desenvolvidos. Ocorrem em todo o Atlântico e no Brasil são raras na região Sul. Tem hábitos bentônicos costeiros de águas relativamente rasas, esta estava há uns 30 metros de profundidade.


Solitárias, ficam entocadas durante o dia vigiando os arredores com a cabeça na entrada de sua toca, alguns mergulhadores menos experientes pensam se tratar de um pequeno peixe com a cabeça saindo do coral, o que pode ser perigoso para aqueles afoitos que querem tocar o animal, pois podem receber uma mordida e causar um acidente, pois as moréias não são muito de temperamento dócil.


Outros nomes vulgares: aimoré, caramuru, miroró, moréia, morongo, mororó, mussulina, mutuca, mututuca, sangrador, tororó (aí um bom exemplo da dificuldade de saber qual é o animal quando se utiliza de nomes vulgares, mais uma justificativa para a taxonomia).

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Coió


O coió, Dactylopterus volitans, tem 0,45 m de comprimento toal máximo e em média medem 0,2 m. Este daí foi fotografado em Arraial do Cabo-RJ. Ocorrem nas águas tropicias do Atlântico e no Brasil em todo o litoral. Possuem hábitos bentônicos costeiros de águas rasas, vivem nos fundos de rochosos e arenosos. Alimentam-se principalmente de invertebrados bentônicos, bivalves e pequenos peixes. Para isto, usam a parte curta da nadadeira peitoral para vasculhar a areia. Quando ameaçados, abrem suas grandes peitorais para parecerem maiores e nadam com elas abertas. Apesar de parecer com o peixe-voador, ficam no fundo.
Outros nomes vulgares: cabra-voadora, coió-voador e falso-voador.