terça-feira, 23 de junho de 2009

A beleza dos corais











Os corais de várias espécies são admiraveis em sua beleza. Não é só de peixes que o mergulho autonomo nos presenteia com imagens de tirar o fôlego. Os corais, como já tratei em outra matéria, devem ser preservados sob o risco de se perder a fauna que dele se utiliza para se manter, a grosso modo são como as florestas, sem elas a fauna pode ser extinta. Caso a se pensar. Recomendo ler a matéria neste mesmo blog sobre a preservação dos corais:




quinta-feira, 18 de junho de 2009

Guarajuba


A Guarajuba, Caranx latus, da família Carangidae, possui o dorso azul-escuro a cinza-azulado com flancos prateados ou dourados e ventre branco-amarelado. Possuem corpo alongado, relativamente alto e comprimido lateralmente, com o focinho levemente arredondado. Olhos relativamente grandes e cobertos parcialmente por pálpebras adiposas.

Ocorrem nos mares tropicais e temperados quentes do Atlântico. No Brasil, ocorrem praticamente em todo o litoral. São pelágicos costeiros e oceânicos, vivem e nadam próximo da superfície da água. São comuns em mar aberto, ao redor das ilhas, nas águas rasas das praias arenosas ou lamacentas, regiões rochosas e/ou coralinas e áreas estuárias, podendo, eventualmente subir os rios.

São encontrados geralmente em pequenos cardumes. Apesar de serem um pouco ariscos, aproximam-se facilmente dos mergulhadores, como é o caso deste cardume de passagem, num mergulho em Fortaleza-CE, e tendem a nadar um pouco ao seu redor. Nesta foto, tive a felicidade de ser acompanhado por este cardume de passagem por quase todo o tempo de fundo, pareciam curiosos com minha presença e a dos outros mergulhadores que, neste dia, eram poucos.

Outros nomes vulgares: araximbora, carapau (ES), garacimbora (PE), guaracema, guaraiúba (BA), guarambá, guarassuma (PE), guaraciema (RJ), xarelete, bigeye Jack (USA), cajabeo (Porto Rico), carangue gros yeux (Haiti), gallego (Cuba), horse eye trevally (USA), jurel (Republica Dominicana).

São muito difíceis de serem classificados, justamente devido a esta quantidade de nomes e por serem muito parecidos com outras espécies como os xereletes e os xaréis, que são da mesma família Caranjidae, e, ainda, não me admiraria se eu classifiquei erroneamente como guarajuba, sendo um xerelete-azul, ou um xaréu...

terça-feira, 16 de junho de 2009

Cardume


Gosto dessa foto que foi feita em Fortaleza no ponto de mergulho do avião. Um avião que caiu na segunda guerra. Cardume de peixes e de mergulhadores. Assim dá pra pensar sobre a diversidade, como somos variados! Tanto em espécie, quanto em agrupamentos...

sexta-feira, 5 de junho de 2009

Sargentinho

Um pequeno vídeo de cardume de sargentinho gravado na praia do sancho em Fernando de Noronha.

video

Moréia-pintada


A moréia-pintada, Gymnothorax moringa, é um peixe como as demais moréias e esta fotografada em Fortaleza, apesar de colação mais esverdeada devido à falta de prática e a configuração da máquina, tem tons amarronzados que não parece ter.
Possui um corpo alongado, robusto e ligeiramente comprimido, boca grande e maxilas poderosas com dentes bem desenvolvidos. Ocorrem em todo o Atlântico e no Brasil são raras na região Sul. Tem hábitos bentônicos costeiros de águas relativamente rasas, esta estava há uns 30 metros de profundidade.


Solitárias, ficam entocadas durante o dia vigiando os arredores com a cabeça na entrada de sua toca, alguns mergulhadores menos experientes pensam se tratar de um pequeno peixe com a cabeça saindo do coral, o que pode ser perigoso para aqueles afoitos que querem tocar o animal, pois podem receber uma mordida e causar um acidente, pois as moréias não são muito de temperamento dócil.


Outros nomes vulgares: aimoré, caramuru, miroró, moréia, morongo, mororó, mussulina, mutuca, mututuca, sangrador, tororó (aí um bom exemplo da dificuldade de saber qual é o animal quando se utiliza de nomes vulgares, mais uma justificativa para a taxonomia).

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Coió


O coió, Dactylopterus volitans, tem 0,45 m de comprimento toal máximo e em média medem 0,2 m. Este daí foi fotografado em Arraial do Cabo-RJ. Ocorrem nas águas tropicias do Atlântico e no Brasil em todo o litoral. Possuem hábitos bentônicos costeiros de águas rasas, vivem nos fundos de rochosos e arenosos. Alimentam-se principalmente de invertebrados bentônicos, bivalves e pequenos peixes. Para isto, usam a parte curta da nadadeira peitoral para vasculhar a areia. Quando ameaçados, abrem suas grandes peitorais para parecerem maiores e nadam com elas abertas. Apesar de parecer com o peixe-voador, ficam no fundo.
Outros nomes vulgares: cabra-voadora, coió-voador e falso-voador.