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Os recifes de corais do Brasil se distribuem ao longo de 3000 km da costa nordestina e são os únicos do oceano Atlântico Sul. Eles estão localizados entre os estados do Maranhão e da Bahia, incluindo as ilhas que compõem os arquipélagos de Fernando de Noronha e Abrolhos e o Atol das Rocas. Em determinados pontos desses estados, as colônias dos corais brasileiros estão ameaçados.
O branqueamento dos corais tem como principal causa o aumento da temperatura da água. Outras ameaças para os recifes são a erosão costeira – provocada por desmatamento, agricultura e desenvolvimento industrial mal planejado – a poluição e a pesca predatória.
A falta de controle do turismo em pontos dos recifes de corais causa danos por conta da ancoragem inadequada, vazamentos de óleo, lixo, pisoteio e mergulhos sem a devida orientação e educação ambiental. Muitos turistas, por até falta de informação arrancam pedaços do recife para levar como souvenir.
Os recifes são formados a partir de organismos marinhos, animais e vegetais. A construção da estrutura é feita por depósitos maciços de carbonato de cálcio, produzidos por corais e algas, além de pequenos outros seres que também possuem esqueletos calcários. Os recifes precisam de águas quentes, em áreas tropicais com correntes de temperaturas elevadas (entre 23ºC e 25ºC) como a da costa nordeste do Brasil. A salinidade, a transparência da água e a profundidade são determinantes para a formação dos recifes.
Os recifes funcionam como abrigo a seres marinhos, como esponjas e peixes de menor porte, além de meros, tubarões e lagostas, formando uma região com uma cadeia alimentar eficiente, o que torna os recifes importantes para quem depende da pesca.
Os recifes contêm a maior reserva de biodiversidade dos oceanos, comparados, na Terra, às florestas tropicais.
Fonte: matéria do Correio Braziliense, do dia 3 de maio de 2009, páginas 10-11.
O branqueamento dos corais tem como principal causa o aumento da temperatura da água. Outras ameaças para os recifes são a erosão costeira – provocada por desmatamento, agricultura e desenvolvimento industrial mal planejado – a poluição e a pesca predatória.
A falta de controle do turismo em pontos dos recifes de corais causa danos por conta da ancoragem inadequada, vazamentos de óleo, lixo, pisoteio e mergulhos sem a devida orientação e educação ambiental. Muitos turistas, por até falta de informação arrancam pedaços do recife para levar como souvenir.
Os recifes são formados a partir de organismos marinhos, animais e vegetais. A construção da estrutura é feita por depósitos maciços de carbonato de cálcio, produzidos por corais e algas, além de pequenos outros seres que também possuem esqueletos calcários. Os recifes precisam de águas quentes, em áreas tropicais com correntes de temperaturas elevadas (entre 23ºC e 25ºC) como a da costa nordeste do Brasil. A salinidade, a transparência da água e a profundidade são determinantes para a formação dos recifes.
Os recifes funcionam como abrigo a seres marinhos, como esponjas e peixes de menor porte, além de meros, tubarões e lagostas, formando uma região com uma cadeia alimentar eficiente, o que torna os recifes importantes para quem depende da pesca.
Os recifes contêm a maior reserva de biodiversidade dos oceanos, comparados, na Terra, às florestas tropicais.
Fonte: matéria do Correio Braziliense, do dia 3 de maio de 2009, páginas 10-11.